A voz do presidente – Versão aprovada!

Luiz Inácio Lula da Silva já foi presidente do Sindicato dos Metalúrgicos, presidente da República(função que ainda exerce) e colunista de um jornal. Não, você não leu errado. “Luís”, à época assinava seu nome com ‘s, escrevia em um jornal durante a Ditadura. O Vitamina Crítica teve acesso a tal material, devido a um trabalho de faculdade, e produziu um texto.

Coluna do presidente com sua antiga assinatura
Coluna do presidente com sua antiga assinatura

Em meio aos 20 corredores de obras que a Cátedra Unesco reúne de toda a América-latina, não é tarefa difícil descobrir publicações curiosas. Procurando matérias diferentes, o Conexão Cátedra deu de cara com uma parte reservada a jornais da época da Ditadura.Continue reading “A voz do presidente – Versão aprovada!”

Missão técnica ao Equador é cancelada

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva cancelou a missão de apoio a obras de infra-estrutura no Equador, depois da decisão do presidente Refael Correa de expulsar a construtora Norberto Odebrecht do país, que aconteceriam no próximo dia 15.

O Itamaraty postou uma nota em que diz adiar a missão por causa das ações do país. O presidente equatoriano havia acertado, no dia 30 de setembro, que negociaria com a empresa, facilitando o diálogo com o governo brasileiro.

Fonte: FolhaSP

Leia o que já foi escrito sobre a Odebrecht.

Lula assina acordo ortográfico

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou, na tarde de hoje (29/08), o decreto que estabelece, a partir de 2009, o Acordo Ortográfico da Língua Portuguesa. Tal medida pradonizará a ortografia dos países de língua portuguesa. A  assinatura aconteceu na sede da ABL (Academia Brasileira de Letras), no Rio.

O acordo assume tanto a ortografia brasileira quanto a portuguesa. O trema deixará de existir e, em alguns casos, o acento agudo e o circunflexo irão desaperecer.

 

Matéria FolhaSP: Clique aqui.

Painel: A Tv e o Jornalismo

Sétimo Encontro de Jornalismo acontece no Campus Rudge da Universidade Metodista de São Paulo
Sétimo Encontro de Jornalismo, que acontece no Campus Rudge Ramos da Universidade Metodista de São Paulo

O jornalista Paulo Henrique Amorim foi convidado a tratar dos assuntos referentes à mídia televisiva. Logo no começo da palestra, Amorim trata de assuntos polêmicos, como a relação Lula x Tv Globo e, segundo ele, a manipulação que a tv Globo exerce, tanto política, econômica e socialmente.
O jornalista afirma que, a emissora proibia seus funcionários de “subir” o áudio do, na época, candidato à presidência Luiz Inácio Lula da Silva. Era a época da disputa Collor X Lula. Amorim afirma que tais medidas eram políticas, afins de eleger Collor como presidente, o que realmente aconteceu.
A crítica do jornalista recai ao presidente. Segundo ele, mesmo com os “boicotes” da rede de tv, Lula aparece, assim que eleito, sendo entrevistado an emissora e sendo âncora de um de seus principais jornais. Para ele a ação foi ruim para o presidente, por dar sua imagem a apenas uma mídia, e para a rede televisiva, que mostra parcialidade ao deixar o político ancorar o jornal.
Na reeleição do presidente, em 2006, a Globo, segundo Amorim, o levou ao 2º turno enfatizando sua ausência no debate e o assimilando à corrupção vigente, os “aloprados“.

Amorim afirma que Lula teme as grandes mídias (Globo, FolhaSP e Estadão), segundo ele, a criação da “Tv Brasil”, que, segundo o jornalista, é uma tv que você só ouve falar, é a maneira que o presidente encontrou de enfrentar as mídias sem realmente fazê-lo. Ele ainda defende a criação de uma “política de comunicação”, por onde investimentos em propaganda seriam decididos pelo ministério da cultura, e não por empresas privado.

Questionado sobre o caso do processo da Universal, Edir Macedo é o dono da rede Record, contra a Folha de São Paulo, Amorim diz não ser qualificado para responder.

Foto: Gisele Saturnino Assis