Sempre imaginei que a discussão seria em torno de propostas de governo. Que fosse discutido o benefício de determinado partido e as falhas do adversário. Ridículo imaginar que “profissionais” da política, ainda mais os que disputam a maior cidade do país, possam levar o “embate” para o lado pessoal. Mas não é que levam?

Ontem, a Rede Record transmitiu o debate para o segundo turno das eleições paulistanas. Não foram raros os momentos que me lembraram da “lavagem de roupa suja” do programa ‘Big Brother’. Não se falava de projetos, não se falava da influência da crise global na cidade, ou melhor, não se falava o que devia.

Havia “números inflados” (informação maquiada, supervalorizada), discussões pessoais, ironia e até platéia “animada”, que foi repreendida inúmeras vezes pelo jornalista Celso Freitas, que conduzia o debate.

Tanto a aprender, pena que domingo  é o dia da decisão. Bom, caros leitores, vocês ficarão de olho, né?